O silêncio, a chuva calma e tranquila, só com o barulho do vento , tudo parece tão fácil...observar a vida passar assim da janela da casa verde da escada.
A tempos a necessidade de estar só, e a sensação de que todo o vazio ou tristeza estão ali e são causados pela mente que se deixa perturbar...passos leves, o ser menos confuso chega, sente os sentidos, olhos pensativos de um mascarado sem pensamentos, sem medos, sem regras, o livre.
Frio sereno, sombras tomam formas, nota-se a presença, infestadas de erros, cheias de perspectivas e buscas, compartilham palavras, deixam-se ferir, criticam almas, almejam mundos, felicitam as guerras, disputam informações e depois choram o cansaço.
Normalidade e contato, fácil é complicado demais, seres enigmáticos desprovidos de calmaria...dormir e acordar na terra das coisas possíveis??? ...que nada...mais uma vez atrasada para a realidade...com os pés no chão, pés molhados dos dias chorosos do outono.
Franchesca...
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