Ouço Legião porque mesmo sem te ver acho até que estou indo bem, é estranho sentir uma vontade enorme de me apagar como o sol do Renato que a chuva apagou, mas tudo bem, tudo bem...
Mais uma vez a Pilhéria. O incoerente sentimento toma conta de mim, odeio a dependencia do amor, querer-te em paz mesmo que com isso o meu mundo desbote. Desbotado do girassol sem sol, pilhérias, quase nem me lembro quem sou, sou hoje a defecção da decepção.
sou a parte estragada pela sutileza da insegurança.
Sou um misto de Ira e como eu gosto de você, ah como eu gosto de você...seu beijo minhas mãos em seu quadril...ah como eu gosto de você...
terça-feira, 26 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Posso completar isso dizendo que a psicologia diz que tudo passa, e realmente quase passa, mas nunca passa, o pouco do quase só se multiplica...
Penso hoje no ontem, e amanhã meu hoje pensativo será só mais um ontem, e quanto tempo vivo para ontens?
certa vez ouvi uma coisa que me fez refletir, " o passado já era para nós, mas não nós para o passado". Creio que tenho passado tempo demais visitando o passado, e ando esquecendo de abrir a porta para o hoje.
Se faz necessario limpar o estrago que o tempo fez, e aguardar o sol que certamente virá. Não cabe mais esse drama na listagem dos dias. cadê meu happy-end???
sábado, 16 de outubro de 2010
Ontem ela viu pela terceira vez o filme Ensaio Sobre a Cegueira. Ela viu o filme e pensou. Sim!
Ela pensou nos dias de cegueira que vivenciara, enfim, o aprendizado.
Quanto a busca de dias claros ela abriu os olhos para nada ver, a realidade se faz negra, a claridade da superficie esconde o real. Sim,Faz sentido toda a cegueira do mundo.
Ela pensou nos dias de cegueira que vivenciara, enfim, o aprendizado.
Quanto a busca de dias claros ela abriu os olhos para nada ver, a realidade se faz negra, a claridade da superficie esconde o real. Sim,Faz sentido toda a cegueira do mundo.
Quanto ao querer
E o que eu quero se eu não quero sempre?
Pode, por favor, me responder?
Meu eu desnecessario.
Pode, por favor, me responder?
Meu eu desnecessario.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Quanto a fuga
Quanto à fuga
A difícil e árdua tarefa de enfrentar os demônios que perturbam a paz.
"afasta meus olhos do pecado”, disse a moça
Enfrentar ou fugir? Em que consiste tal escolha, reflita.
Enfrentar o invisível, e fugir do que te acompanha. É possível?
Como enfrentar?
Na incerteza a fuga, caminha-se por outros caminhos. Procura o que procurar, conversas consigo mesmo, engana os pensamentos. Enche-se de coisas vazias.
A fé, a busca do algo mais.
A luz está acesa mais a casa está vazia, essa frase retrata a fugacidade.
E quanto mais longe mais perto. Fugir é estar em contato. Enfrentar é encarar as conseqüências.
A vida sem atalhos é para poucos.
Na linha reta que é o tempo, não dá para voltar e fazer nova escolha.
... quanto tempo do teu tempo vivenciou ontens...
Abre a janela e respire o hoje, isso se faz necessário. Faz faxina e lança fora o inútil que te toma o espaço e preenche com o novo, e conevnça-se de o novo sempre vem e "que venha porque o que vier é perfeição".
Prove o novo, deguste com calma e saboreie cada segundo do que virá.
A difícil e árdua tarefa de enfrentar os demônios que perturbam a paz.
"afasta meus olhos do pecado”, disse a moça
Enfrentar ou fugir? Em que consiste tal escolha, reflita.
Enfrentar o invisível, e fugir do que te acompanha. É possível?
Como enfrentar?
Na incerteza a fuga, caminha-se por outros caminhos. Procura o que procurar, conversas consigo mesmo, engana os pensamentos. Enche-se de coisas vazias.
A fé, a busca do algo mais.
A luz está acesa mais a casa está vazia, essa frase retrata a fugacidade.
E quanto mais longe mais perto. Fugir é estar em contato. Enfrentar é encarar as conseqüências.
A vida sem atalhos é para poucos.
Na linha reta que é o tempo, não dá para voltar e fazer nova escolha.
... quanto tempo do teu tempo vivenciou ontens...
Abre a janela e respire o hoje, isso se faz necessário. Faz faxina e lança fora o inútil que te toma o espaço e preenche com o novo, e conevnça-se de o novo sempre vem e "que venha porque o que vier é perfeição".
Prove o novo, deguste com calma e saboreie cada segundo do que virá.
Sobre Palpites
Plantei ideias, ideias realistas, uma visão já esclarecida, agora me arrependo, não há como olhar nos olhos de uma pessoa que teve um excesso de claridade na sua visão, e a cegueira de antes passa a ser outra. Culpada eu?
Sim! Culpada por enxergar além da maioria, culpada por falar o que os demais não se atrevem, sim culpada...
A dor da verdade é quase mortífera, não, nós não precisamos de mais sofrimento, então, fecharei a boca e calarei meus pensamentos, minhas verdades são para serem conhecidas e não emitidas. Espero que passe esse olhar tristonho e decepcionado que te enfeita a face, meu amigo, desculpa por falar o indizível, e só agora me vem palavras de um pequeno na janela da memória: “só sabe da situação quem a vive”.
Sim! Culpada por enxergar além da maioria, culpada por falar o que os demais não se atrevem, sim culpada...
A dor da verdade é quase mortífera, não, nós não precisamos de mais sofrimento, então, fecharei a boca e calarei meus pensamentos, minhas verdades são para serem conhecidas e não emitidas. Espero que passe esse olhar tristonho e decepcionado que te enfeita a face, meu amigo, desculpa por falar o indizível, e só agora me vem palavras de um pequeno na janela da memória: “só sabe da situação quem a vive”.
Não perca tempo
Não perca tempo procurando fora, aquilo que está dentro... Lança-te de ti e se olha através do olhar do outro, afinal, não és aquilo que aparenta ser?
Explore os sentidos e liberte-se do cárcere, prisão que tu mesmo criaste.
Na vida não procure nada nem ninguém, passeie pelos labirintos a olhar os quadros dos corredores. É mente, é corpo, és a busca da liberdade. É o cansaço do controle. É só instinto e impulso.
É o inteiro de um ser. Este é o lugar.
Queira entender o motivo por teus olhos focarem sempre os mesmos gestos da mesma pessoa, e ouça Ana Carolina com a câmera que filma os dias, deseje que está câmera seja focada com a pergunta, com a simples pergunta “por que você mentiu?”.
Desvie olhares, sinta vontade de beijar como nunca, e saiba o que são vontades...
Bem, como diz a música “eu não me lembro o dia que isso tudo comecei”, contos curtos não são romances, identifique um novo gênero literário, incomum. Oculteo sentimento e fale por metáforas, inadmissível querer o que não se pode.
Não há mais do Ser para morrer de amor, os olhos insistem em buscar, a boca insiste em dizer não, como disse um simples “isto não cabe mais”, não ignore os fatos.
Há quem diga que se esconde atrás de palavras, seriam elas escudos?
Há um vocabulário inteiro, ele é arma e escudo, resta saber és ataque ou defesa, e tens que escolher?
Pode sim, não querer.
Seres auto falantes, as coisas que lhes saem dançando dos lábios, belas mentiras?Mentiras sinceras?Verdades momentâneas? Ilusões disfarçadas de olhares sinceros! Não queira querer. Querer e poder andam cada vez mais distantes.
Querer o que se pode é liberdade sim, e estas controlando? dominando a carne? controlar cansa.
O gosto desse gostar defectivo reúne todos os sabores.
Tudo isso pra quê? Se a coisa mais inútil do mundo é o que está atrás, no ontem, com passos lentos e vagarosos a vida segue, e não há tempo a perder, então deguste os sabores da ilusão e prove essa ideia que é só mais um faz de conta que não aconteceu.
Sorria a doce cegueira que te é apresentada na claridade da superficie, evite as lágrimas da profundidade.
A degustação das marcas.
Explore os sentidos e liberte-se do cárcere, prisão que tu mesmo criaste.
Na vida não procure nada nem ninguém, passeie pelos labirintos a olhar os quadros dos corredores. É mente, é corpo, és a busca da liberdade. É o cansaço do controle. É só instinto e impulso.
É o inteiro de um ser. Este é o lugar.
Queira entender o motivo por teus olhos focarem sempre os mesmos gestos da mesma pessoa, e ouça Ana Carolina com a câmera que filma os dias, deseje que está câmera seja focada com a pergunta, com a simples pergunta “por que você mentiu?”.
Desvie olhares, sinta vontade de beijar como nunca, e saiba o que são vontades...
Bem, como diz a música “eu não me lembro o dia que isso tudo comecei”, contos curtos não são romances, identifique um novo gênero literário, incomum. Oculteo sentimento e fale por metáforas, inadmissível querer o que não se pode.
Não há mais do Ser para morrer de amor, os olhos insistem em buscar, a boca insiste em dizer não, como disse um simples “isto não cabe mais”, não ignore os fatos.
Há quem diga que se esconde atrás de palavras, seriam elas escudos?
Há um vocabulário inteiro, ele é arma e escudo, resta saber és ataque ou defesa, e tens que escolher?
Pode sim, não querer.
Seres auto falantes, as coisas que lhes saem dançando dos lábios, belas mentiras?Mentiras sinceras?Verdades momentâneas? Ilusões disfarçadas de olhares sinceros! Não queira querer. Querer e poder andam cada vez mais distantes.
Querer o que se pode é liberdade sim, e estas controlando? dominando a carne? controlar cansa.
O gosto desse gostar defectivo reúne todos os sabores.
Tudo isso pra quê? Se a coisa mais inútil do mundo é o que está atrás, no ontem, com passos lentos e vagarosos a vida segue, e não há tempo a perder, então deguste os sabores da ilusão e prove essa ideia que é só mais um faz de conta que não aconteceu.
Sorria a doce cegueira que te é apresentada na claridade da superficie, evite as lágrimas da profundidade.
A degustação das marcas.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
o dia chora
O dia chora o fim da estação, o mundo cai, cai em forma de gotas, gotas vindas do céu
é tragico, é terça
... saudade do sol
doce sorriso do girassol, sorriso amarelado para o sol
Uma vez era mais fácil, era um misto das quatro estações,
agora é cinza,
cinza como a fumaça nas noites.
O inverno passa e a frieza das pessoas fica.
O dia chora.
Como dizia minha continuação: "são esses chorosos dias."
Chove, e onde estou que não estou a brincar na chuva?
Mesa, telefone, relatórios, notas...
me escondo atras da seriedade da moça que não sou eu.
Saudade das cores da não preocupação, saudade de quando a chuva era vida.
saudade doente de cantar Raul e o medo da chuva.
... momento saudosista...
era mais feliz quando não percebia que o dia chorava o fim da estação.
(no meio do caos, você diz: "Clau, tome um chá!"....e me faz lembrar do coelho de Alice no pais da maravilhas... um coelho com seu relógio, seu tempo e seu chá... sorrio, não sou Alice.)
é tragico, é terça
... saudade do sol
doce sorriso do girassol, sorriso amarelado para o sol
Uma vez era mais fácil, era um misto das quatro estações,
agora é cinza,
cinza como a fumaça nas noites.
O inverno passa e a frieza das pessoas fica.
O dia chora.
Como dizia minha continuação: "são esses chorosos dias."
Chove, e onde estou que não estou a brincar na chuva?
Mesa, telefone, relatórios, notas...
me escondo atras da seriedade da moça que não sou eu.
Saudade das cores da não preocupação, saudade de quando a chuva era vida.
saudade doente de cantar Raul e o medo da chuva.
... momento saudosista...
era mais feliz quando não percebia que o dia chorava o fim da estação.
(no meio do caos, você diz: "Clau, tome um chá!"....e me faz lembrar do coelho de Alice no pais da maravilhas... um coelho com seu relógio, seu tempo e seu chá... sorrio, não sou Alice.)
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Baby, as músicas falam
***********
Baby
Rita Lee
Composição: Caetano Veloso
Você precisa saber da piscina
Da margarina, da Carolina, da gasolina
Você precisa saber de mim
Baby, baby
Eu sei que é assim
Você precisa tomar um sorvete
Na lanchonete, andar com a gente
Me ver de perto
Ouvir aquela canção do Roberto
Baby, baby
Há quanto tempo
Você precisa aprender inglês
Precisa aprender o que eu sei
E o que eu não sei mais
Eu sei, comigo vai tudo azul
Contigo vai tudo em paz
Vivemos na melhor cidade
Da América do Sul
Da América do Sul
Você precisa, você precisa
Não sei, leia na minha camisa
Baby, baby
I love you
Baby
Rita Lee
Composição: Caetano Veloso
Você precisa saber da piscina
Da margarina, da Carolina, da gasolina
Você precisa saber de mim
Baby, baby
Eu sei que é assim
Você precisa tomar um sorvete
Na lanchonete, andar com a gente
Me ver de perto
Ouvir aquela canção do Roberto
Baby, baby
Há quanto tempo
Você precisa aprender inglês
Precisa aprender o que eu sei
E o que eu não sei mais
Eu sei, comigo vai tudo azul
Contigo vai tudo em paz
Vivemos na melhor cidade
Da América do Sul
Da América do Sul
Você precisa, você precisa
Não sei, leia na minha camisa
Baby, baby
I love you
domingo, 19 de setembro de 2010
Insustentável
Suicidou-se no mesmo dia
que descobriu
A insustentável leveza
De seu ser.
(vi isso em um blog, achei muito show, e quando eu calo sempre tem alguém para falar.)
... sem dúvida um dos melhores livros que já li, Insustentável leveza do Ser, grande Kundera.
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