Cheia de desejos e pensamentos, acusações e sensuras. Conheço minhas falhas e defeitos. Me critico mais do que qualquer pessoa. Sensatez em mim, procuro em vão. Temo à própria fraqueza, estou à deriva. Quebrantada. Fiscalizo-me. Conscientemente nos afastamos, pois nas suas mais íntimas profundezas, a mocidade é mais solitaria que a velhice.
Não sou do tipo que constrói esperanças em alicerces de confusão. Não me deixo impressionar acendo a luz e sei que a razão há de explicar. Tenho em mim "a marca" dos que ficaram ,involuntariamente fiz "a escolha". Livre, tão só e livre.
Voltar? Falta credibilidade. Estou como Sartre disse "chegando na idade da razão".
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