É sempre assim previsível??? dos sentidos todos o mais forte, o tão sentido amor, tão sentido e tão sofrido amor,e como alguém, talvez Caio, disse: " se o amor pudesse ser definido por uma imagem, seria o telefone que não toca". Bah, essa foi de verdade a melhor das definições, e depois, ainda me vem aquele ruivo do violão incendiário a cantar "se o homem já pisou na lua como ainda não tenho seu endereço?", a necessidade da emoção.
Observadora da comédia da vida, como a Divina Comédia, vivemos as três fases, inferno, purgatório e paraíso, bem ainda não sei em que fase estamos, mas certamente o happy end ainda não chegou. O amor é óbvio, e me recuso a compartilhar esse sentido com as pessoas que se fazem psicólogos e tentam entender o amor em "mente", as regras do amor, não há regras para o amor e sim regras para o ato do amor.
Preciso dos sentidos todos sentir, preciso todo dia morrer de amor, preciso do drama, preciso perder a compostura só porque o telefone não toca, e mais do que tudo preciso sentir a vida para poder morrer e renascer a cada telefonema, a cada palavra, a cada olhar, a cada gesto. Exagerado.
E o que posso dizer pra você se não: ME TIRA DO TÉDIO ME LEVA PRO DRAMA.
O amor que tenho em mente não mente.
Sempre no extremo.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Ajo? Não ajo?
Sou livre, então o que me falta?
Aí o problema eu não sei. Estou sufocada de liberdade, afasto pessoas, dispenso compromissos, e me habituei a palavra Não.
...deixa eu explicar,
...me encontro em uma pequena cidade há duas semanas, o que me faz sentir-me em casa, em casa mas sem família, aí me lembro "uma casa não é um lar a menos que tenha alguém para abraçar você", essa é a tradução de uma música que gosto, e ao pensar nisso, invade-me um sentimento gigante, formando uma monstruosa tristeza, é mais ou menos como a música de um amigo meu, ainda não famoso, Daniel, diz: " a luz está acesa mas a casa está vazia", e é a frase que me define no momento. è assim que me sinto, é assim que me sou. Me lanço em um mar melancólico, e me deixo apática, ensaio desculpas para não estar com o mundo, mas o mundo insiste em estar comigo, ele sorri, e tem o sorriso mais envolvente que meu olhar já viu.
Como falou Sartre " abriu mão de tudo pela liberdade, dê mais um passo, abre mão da própria liberdade, e tudo te será devolvido", ...E é chegada a hora de me prender.
Ajo? Não ajo?
Aí o problema eu não sei. Estou sufocada de liberdade, afasto pessoas, dispenso compromissos, e me habituei a palavra Não.
...deixa eu explicar,
...me encontro em uma pequena cidade há duas semanas, o que me faz sentir-me em casa, em casa mas sem família, aí me lembro "uma casa não é um lar a menos que tenha alguém para abraçar você", essa é a tradução de uma música que gosto, e ao pensar nisso, invade-me um sentimento gigante, formando uma monstruosa tristeza, é mais ou menos como a música de um amigo meu, ainda não famoso, Daniel, diz: " a luz está acesa mas a casa está vazia", e é a frase que me define no momento. è assim que me sinto, é assim que me sou. Me lanço em um mar melancólico, e me deixo apática, ensaio desculpas para não estar com o mundo, mas o mundo insiste em estar comigo, ele sorri, e tem o sorriso mais envolvente que meu olhar já viu.
Como falou Sartre " abriu mão de tudo pela liberdade, dê mais um passo, abre mão da própria liberdade, e tudo te será devolvido", ...E é chegada a hora de me prender.
Ajo? Não ajo?
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Dali e o maldito quadro dos relógios
Perturba-me a ordem das coisas. Penso em você e me vem à cabeça Dali o maldito quadro dos relógios que me enlouquece, tempo e espaço, caminho num deserto íntimo, e a solidão atinge o clímax, ( sempre associei essa palavra ao prazer), mas olho pra os relógios e me coloco na fronteira da loucura, ondas ultrapassam meu corpo e me envolvo por um cristal e vejo tudo mais, os sentidos estão alienados. Como toda conhecedora das teorias zen, sei do equilíbrio conquistado, e mesmo assim me permito dias de maquinismo, maldito quadro dos relógios. Afinal, é cansativo viver controlando o tempo todo. (Máquina corporal). Não quero cápsulas que me façam suportar a vida e as dores do mundo adulto, o excesso de maldade e tudo mais... São tantas as inúmeras faces do mesmo ser, e ai me vem seu sorriso perturbador, primeiro e único sem artifícios, nos mostramos as reais faces e nos aceitamos, simples. Seu sorriso reflete minha loucura, e por isso num grito rebelado canto Rock'Roll, em meio aos gritos você é silêncio. Quebro os relógios, ainda assim Dali e a ordem das coisas à pertubar-me.
Quanto ao sexo
Diante do inexorável passado, olho o hoje, na plenitude da solidão.
Meu dia é um caleidoscópio de mil e quinhentas cores todas mutáveis. Estou com todas as partículas vivas e mesmo assim penso em você, no seu ar sempre ausente, estou cansada de viver para os outros, quero deixar de vez esse mundinho órfico.
Quando me deixei levar em noites impulsivas sabia bem que essa paixão estava com o tempo contado de acordo com os relógios de Dali, mas te escolhi para exercitar meu temperamento romântico, no inicio eram beijos tímidos, medrosos e silenciosos, nunca proferimos nenhuma palavra como falsa promessa. Parece estranho mas em minha memória vem teus cabelos, uma ideia de garoto largado, despreocupado, assim como eu.
Um garoto que vejo como homem tão homem como o mais animal dos homens, desempenhando o papel de macho.
A nossa comunicação muda, vejo o sexo como decorrência e não como fator, todo o interesse nasceu a partir de um duelo de ideias, em meio a filmes, músicas, livros e filosofias, foi assim que nos rendemos a realidade dos sexos e fizemos jus ao feitiço das circunstâncias, com o tempo: Pilhérias.
Foi assim que nos perdemos em atalhos desnecessários.
Meu dia é um caleidoscópio de mil e quinhentas cores todas mutáveis. Estou com todas as partículas vivas e mesmo assim penso em você, no seu ar sempre ausente, estou cansada de viver para os outros, quero deixar de vez esse mundinho órfico.
Quando me deixei levar em noites impulsivas sabia bem que essa paixão estava com o tempo contado de acordo com os relógios de Dali, mas te escolhi para exercitar meu temperamento romântico, no inicio eram beijos tímidos, medrosos e silenciosos, nunca proferimos nenhuma palavra como falsa promessa. Parece estranho mas em minha memória vem teus cabelos, uma ideia de garoto largado, despreocupado, assim como eu.
Um garoto que vejo como homem tão homem como o mais animal dos homens, desempenhando o papel de macho.
A nossa comunicação muda, vejo o sexo como decorrência e não como fator, todo o interesse nasceu a partir de um duelo de ideias, em meio a filmes, músicas, livros e filosofias, foi assim que nos rendemos a realidade dos sexos e fizemos jus ao feitiço das circunstâncias, com o tempo: Pilhérias.
Foi assim que nos perdemos em atalhos desnecessários.
domingo, 8 de agosto de 2010
o tempo emudece as pessoas
O tempo muda as coisas, e emudece as pessoas.
O estranho é que calamos... e sentia em você um entendimento desigual e recíproco.
Te escrevi mil e quinhentas cartas, e recebi o silêncio como resposta. Mudei então o ditado de que "quem cala consente", pra "quem cala não consente", mas agora não é um ditado, agora é teoria, provada por mim. Esta é a verdade um pouco incoerente.
me vem a lembrança de quando íamos de um extremo ao outro em questão de segundos. As noites que bebíamos pelo simples prazer de beber, e acabávamos por sofrer a deliciosa consequência.
Sentada na escadaria da casa verde viajo em devaneios, não gosto dessa autoflagelação.
O estranho é que calamos... e sentia em você um entendimento desigual e recíproco.
Te escrevi mil e quinhentas cartas, e recebi o silêncio como resposta. Mudei então o ditado de que "quem cala consente", pra "quem cala não consente", mas agora não é um ditado, agora é teoria, provada por mim. Esta é a verdade um pouco incoerente.
me vem a lembrança de quando íamos de um extremo ao outro em questão de segundos. As noites que bebíamos pelo simples prazer de beber, e acabávamos por sofrer a deliciosa consequência.
Sentada na escadaria da casa verde viajo em devaneios, não gosto dessa autoflagelação.
o quarto está escuro e a música está alta
Não quero insistir em dizer NÃO com essa falsa expressão apatica. Ainda, mesmo que longe, te sinto te sei. Só, me sinto escondida no tempo,talvez do tempo, não sei.
E é só o tempo deixe-o passar, dizia a música da noite passada.
O quarto está escuro e a música está alta. Perfeito para exorcizar demônios.
E é só o tempo deixe-o passar, a música insitia...eu viajava...
Posso não gostar de você por um tempo?
Eu posso?
O quarto está escuro e a música está alta.
Estou a ponto de desfalecer. Segure-se em mim.
Não consertei seu coração e a noite perdeu o sabor.
Segure-se em mim e nunca me deixe ir.
O quarto está escuro e não quero ninguém aos pedaços.
O quarto está escuro e a música está alta,
ninguém me terá aos pedaços...
o quarto está escuro e a música está alta...
a música insiste, insiste que o amor não existe.
E é só o tempo deixe-o passar, dizia a música da noite passada.
O quarto está escuro e a música está alta. Perfeito para exorcizar demônios.
E é só o tempo deixe-o passar, a música insitia...eu viajava...
Posso não gostar de você por um tempo?
Eu posso?
O quarto está escuro e a música está alta.
Estou a ponto de desfalecer. Segure-se em mim.
Não consertei seu coração e a noite perdeu o sabor.
Segure-se em mim e nunca me deixe ir.
O quarto está escuro e não quero ninguém aos pedaços.
O quarto está escuro e a música está alta,
ninguém me terá aos pedaços...
o quarto está escuro e a música está alta...
a música insiste, insiste que o amor não existe.
Metamorfose
E eu que dizia nada querer, quero tudo. Tudo menos o silêncio.
Minhas noitadas com Morris, Sartre, Motta, são monólogos solitários.
Estou no limite com os gigantes.
Este monólogo sobre o ensaio da liberdade tem me levado à ausência do social. Me importo.
Envolvo-me num casulo à esperar pela metamorfose.
Minhas noitadas com Morris, Sartre, Motta, são monólogos solitários.
Estou no limite com os gigantes.
Este monólogo sobre o ensaio da liberdade tem me levado à ausência do social. Me importo.
Envolvo-me num casulo à esperar pela metamorfose.
como vão seus problemas?
E para "os juizes" de plantão, digo:
- e aí como vão os seus problemas?
Contemplo a explosão de Ira. Fecho os olhos e sinto a vibração.
São dias, poucos dias que me sinto assim atada, nesse meio-espaço, meio-instante, meio-impluso, controlo.
Sou uma cadeia de intenções e vivo intensamente.Controlando.
Egoísta feroz, todos os anseios meus hão de falar mais alto que o mundo, crio e recrio histórias. Um sorriso a perturbar-me.
Consciente e inconsciente se confundem, por que os corpos não mais se fundem?
- e aí como vão os seus problemas?
Contemplo a explosão de Ira. Fecho os olhos e sinto a vibração.
São dias, poucos dias que me sinto assim atada, nesse meio-espaço, meio-instante, meio-impluso, controlo.
Sou uma cadeia de intenções e vivo intensamente.Controlando.
Egoísta feroz, todos os anseios meus hão de falar mais alto que o mundo, crio e recrio histórias. Um sorriso a perturbar-me.
Consciente e inconsciente se confundem, por que os corpos não mais se fundem?
domingo, 1 de agosto de 2010
Compositor do amor
Ao compositor do amor
ao projetista do universo
ao escultor do Himalaia
ao perfumista da rosa
eu dou meu coração
a Cristo meu Herói
me salvou da perdição
é por isso te dou minha gratidão
pra dizer que eu TE AMO
não só do fundo-mas de todo meu coração
as muitas vezes , oh Cristo
que pelo vale da sombra eu passei
tu estiveste comigo
e só assim eu consegui voltar a luz
e agora canto só pra te dizer
do meu amor
por ter me dado a salvação
quão grande é o teu amo
te amo Jesus meu Rei.
(Banda Maanaim)
ao projetista do universo
ao escultor do Himalaia
ao perfumista da rosa
eu dou meu coração
a Cristo meu Herói
me salvou da perdição
é por isso te dou minha gratidão
pra dizer que eu TE AMO
não só do fundo-mas de todo meu coração
as muitas vezes , oh Cristo
que pelo vale da sombra eu passei
tu estiveste comigo
e só assim eu consegui voltar a luz
e agora canto só pra te dizer
do meu amor
da minha gratidão
por ter morrido por mimpor ter me dado a salvação
quão grande é o teu amo
te amo Jesus meu Rei.
(Banda Maanaim)
=)
Ando confusa, acho que não te amo mais, mas amo, outro tipo de amor.
Te aceito assim, essa amizade incomum, tenho ciumes é claro.
Consigo aceitar o fato de que não era pra ser. Enfim,
tenho estado num bom estado.
... um dia para ouvir mutantes e entender que os sentindo são mutantes.
"...e lá no fim daquele mar a minha estrela vai se apagar como brilhou o fogo solto no caos...e lá no fim daquele azul os meus acordes vão terminar não haverá outro som pelo ar...
essa fase da vida chama-se: aceitando.
Te aceito assim, essa amizade incomum, tenho ciumes é claro.
Consigo aceitar o fato de que não era pra ser. Enfim,
tenho estado num bom estado.
... um dia para ouvir mutantes e entender que os sentindo são mutantes.
"...e lá no fim daquele mar a minha estrela vai se apagar como brilhou o fogo solto no caos...e lá no fim daquele azul os meus acordes vão terminar não haverá outro som pelo ar...
essa fase da vida chama-se: aceitando.
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