quinta-feira, 11 de novembro de 2010

           Como pano de fundo essa música, tão calma, tão bonita, me invade, não reconheço a voz da cantora e pra ser sincera não tenho nenhuma intenção de saber quem é que me traz essa calmaria que se mistura com melancolia, que me faz pensar em tudo.


Aí me lembro da estranha conversa de ontem, me dizia “são coisas da tua cabeça”, então sorrio, e o que não é coisa da cabeça? Pensamos o tempo todo...até mesmo quando não pensamos. Idealizo, distorço as palavras, é, eu sou assim, e não vou me desculpar por ser quem sou. Então simplesmente desista, não queira do outro aquilo que nem você pode fazer, e penso no filme “de ratos e homens”, que vi ontem na aula de literatura, e penso,  é assim. Involuntário. Amigos dizem eu te amo, sem intenção alguma. Nunca pedi nada, nunca prometi nada. Agora a música é outra, a reconheço, é Bon Jovi, os pensamentos não se calam para que eu possa flutuar no nada, penso em algo que um amigo rotulado “atrativo” me disse certa vez,“você pode gostar de alguém, mas não deixe de fazer aquilo que quiser fazer”, sim, ele estava certo. Podem julgar, podem criticar, podem, mas não devem. Só sabe da situação quem a vivencia. A exposição diminui a intensidade.
          Que bom estar aqui, que bom escrever as coisas mais simplórias que até uma criança poderia escrever, que bom é ouvir essas músicas, que bom que isso tudo só existe na minha cabeça. Que bom! Que bom é esta aqui e simplesmente ser livre, livre para Ser. Ser e viver.

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