quarta-feira, 3 de novembro de 2010

entre o altruísmo e o egoísmo

Porque todos vivemos pela verdade. Dúvidas. Certezas. Incertezas. E buscar a verdade onde todos somos incertos, não é nada fácil, somos uma constante mudança. Queremos abraçar o mundo e não perder nada, não podemos viver e ser feliz apenas com o suficiente, este não basta. Para sentirmos a vida, precisamos estar em constantes conflitos. A beleza da vida humana está em equilibrar dias cinzas com dias azuis, está é a pilhéria do existir.
Atrás disso tudo, do grande show dos homens, está escondida a linha que separa o altruísmo do egoísmo. Há homens que param e equilibram-se, entretanto a grande maioria perde-se no obscuro do egoísmo.
Um recurso o silêncio, "nada mais, é só isso e nada mais", como disse a mente perturbada de Allan Poe com o seu "Raven."  Silenciar, e assim na calmaria das águas aprender, aprender de ti e aprender  do outro. Altruísmo.
Algum tempo atrás li em algum lugar sábias palavras, que me fizeram pensar "não queira viver dentro de uma linda bexiga colorida e cheia de furos", entendi então que, o esforço para encher é desnecessário e exaustivo, pois estará sempre vazio. Entendi que ninguém pode ser feliz sozinho, aprendi que felicidade só é real quando compartilhada, descobri que é preciso ter a mesma integridade em dias cinzas e azuis. Enfim, me disseram que cada as pessoas não veem as coisas como elas são e sim como elas querem, logo, tudo o que entendi de nada vale se não para mim.

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