segunda-feira, 15 de novembro de 2010

quanto a liberdade

... o eu nu e cru, com toda a sua agilidade. A autodescoberta... - "cuidado com os idos de março", cuidado coisa nenhuma. Livre. Livre para ser o que quiser ser, livre para buscar o ideal mais elevado, imbuido da autoconfiança necessaria para ser seu eu mais especifico. Livre numa escala que seu pai jamais poderia imaginar. Tão livre quanto seu pai fora cercado. Livre agora ... livre para seguir adiante e ser magnifico. Livre para representar o drama ilimitado e autodefinidor dos pronomes nós, eles e eu.

Do livro, A Marca Humana, Philip Roth.


* um livro que merece ser lido.

Nenhum comentário:

Postar um comentário