Dia cinza e pacato, caneta azul, eis nossa única liberdade. As palavras são livres as invejo, se soltam como nunca nos soltaremos, estamos presas e sem direito ao sol.
Tudo começou num feriado qualquer, andando por aí, indo pra lugar nenhum, perdidos no labirinto do dia, somos mentes à olhar os pequenos casais à brincar de conto de fadas, sendo apaixonados apaixonantes.
Ow vontade de dar um soco!
andar de mãos dadas é um crime, esses sorrisos amarelos, até os cães parecem sorrir, felizes e libertos, só queria entender o motivo de tudo isso.Essa onda de felicidade, não tem sol, está bem frio, feriado que nem sei o significado (será que dá pra comer carne?). No caminho encontramos pagodeiros à pagodear invadindo o mundo que não os pertence e exibindo seus sorrisos marotos, deu vontade de matar o artigo 121, só para não ser apenada, felizmente vontade dá e passa.
Mesmo sem sol, o sol deles brilha para manifestar a felicidade instantânea, e nos resta a meia escuridão de uma lua minguante, quase não clareia as nossa fases e faces. Entediadas olhamos e invejamos os pequenos casais que brincam de se apaixonar.
ser normal, ser igual, oh bonitinho mas não!Em hipótese alguma se envolver.
Ah! bem na real que se foda! Nada disso me atrai, nem me liberta.
Essa simplicidade é anormal, só pode!

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