quarta-feira, 23 de junho de 2010

Pra ela

Pra ela


Valentini, eis a criatura que se eu disser que vou cuspir no mundo ela pede para ir junto, louca da minha vida, acordo te odiando e muitas vezes vou dormir te odiando ainda mais, mas entre dormir e acordar TE AMO, porque é a diferente igual, que dá conselhos até quando pede conselhos, que fica brava porque diz te gosto, e não diz te amo, porque ele está longe quando devia estar por perto. No fim somos mesmo o lado contrario, e é uma pena a terra ser redonda, não temos lado nenhum. Somos criticadas porque para acharmos alguém bonito ou feio, precisamos antes falar. Criamos um mundo drama e esquecemos de incluir o resto, o que nos resta é fugir para um anexo secreto com cheiro de morango, vamos???

(Fran)







Franchesca, eis a criatura que usa meu “vai lá” contra mim, tolera minhas piras e dramas, minha quase irmã, te escolhi para ser diário ambulante durante minha existência. Aos poucos entrou no meu clã. Divido com essa criatura aprendiz de “Poder” minhas músicas, livros, ideias e conhecimentos, divido o que sou.

Nossas teorias fundamentadas em sábios, gigantes dos livros, são as melhores. Somos mestre e aprendiz, um misto. Fazemos à verdade com o que temos, temos vinho, papel e caneta com cheiro de morango, somos letras criando palavras e colorindo histórias. Franchesca, nas mais de 10 coisas que odeio em você, é o que me faz amá-la.

Seu olhar malévolo, acompanhado do seu sorriso recheado de sarcasmo faz toda a diferença em meus dias entardecidos. Amo-te, porque é real e se faz presente, me acompanhando em uma insustentável leveza.

(Srtª. Clau)

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