sábado, 26 de junho de 2010

Um toque de ira e uma dose de poesia

Um toque de ira e uma dose de poesia, um misto de pecado e solidão. Por Deus quero meu amigo de volta, com a embriaguez de ira descubro que não te amo mais. Nem menos. Sempre resolvi minhas coisas por mim mesma, preciso voltar em órbita e dessa vez para o meu sistema solar e não correr o risco de ser excluída do seu sistema.
 QUEM TENTA TENTA TENTA... UM DIA DESISTE!!!
Aponto meu lápis para apontar os defeitos do mundo e toda a falta de sentido, meu lápis é da Faber Castel, meu mundo de fábulas e castelos.
O mundo bebe meu vinho na taça que quebrei, o mundo ri sozinho, irritante mundo a me irritar, irradiar não sei. Seu corpo era uma cantiga à embalar meu sono, mas o mundo foi ficando tão complicado como cantava Renato, e agora quero meu amigo de volta. Saudade de quando era só um bobo da corte, e não precisa ser o intelecto confundindo para esclarecer-me... bebo para esquecer e a bebida faz perder a compostura, então, por favor, uma dose de esquecimento e uma de simplicidade.

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